Sigo parafraseando escritas comuns, já nem sei se são mais minhas ou de outros viventes poetas românticos existencialistas. As palavras se repetem, remetem. Mas as idéias não são sempre descobertas. As palavras enganam. Muitas vezes distorcem o que a gente sente. Elas não dizem realmente o que você guarda aí dentro, bem no fundo.
Uma vez, corajosa que sou, contei um segredo pra uma amiga. Mas assim que falei, me escutei. E percebi que não era bem aquilo que era. E assim, no minuto seguinte a odiei.
Mas a sua vida vive em mim, em minha mente, em minha cama, em minha pele. Mas te decifrar é a questão mais difícil até agora, apesar de saber definir o aroma que sai de cada poro seu.
Você devia saber. Devia saber como lidar. Todos nós devíamos saber das relações interpessoais corredores. E que a via de mão dupla ultimamente andou congestionada. O tráfego já não é mais o mesmo. Mas como foi que isso tudo chegou a esse ponto? Não é fácil a resposta, mas eu sei que você sabe. Sabe como lidar. Como cuidar. Ou eu queria que soubesses. Eu não soube.
As quedas são corriqueiras e a cada dia que passa percebo que uma corda escapa dentre nossas mãos. Eu não devia ter deixado de dar mais um nó. De apertá-lo todo dia... Não era isso que eu queria. E eu já devia saber.
estava com saudades já de ler essas suas "palavras que engana" =)
ResponderExcluirenquanto ainda existir o minimo fiozinho daquela corda grossa que já foi, será possível dar aquele nó que achas que já deveria ter dado, antes tarde do que nunca.
ResponderExcluirte amo garotinha dos olhos grandes, frank