Seis horas da tarde. Sozinha em casa, pratico meu esporte preferido. Percebo a ventania entrando por todas as janelas do apartamento, ajudando a posicionar a bagunça dos cômodos de uma maneira instantânea. Penso primeiro no namorado que ainda não voltou pra casa. Depois, fecho as janelas devagar.
A sacada do sétimo andar, neste caso, é o melhor lugar para se terminar o livro - ganho a certeza. A massa cinza das nuvens se aproximam, a terra marrom sobe em círculos aos ares - da liberdade de estar em um lugar onde não se pertence. Os ventos zunem, passam por mim com força. Três grandes minutos se passam e a luz do dia se esforça a voltar. Termino de ler o livro com pingos nas lentes dos óculos. Ventania, tempestade. Ótima forma de se terminar uma tarde de domingo.
A sacada do sétimo andar, neste caso, é o melhor lugar para se terminar o livro - ganho a certeza. A massa cinza das nuvens se aproximam, a terra marrom sobe em círculos aos ares - da liberdade de estar em um lugar onde não se pertence. Os ventos zunem, passam por mim com força. Três grandes minutos se passam e a luz do dia se esforça a voltar. Termino de ler o livro com pingos nas lentes dos óculos. Ventania, tempestade. Ótima forma de se terminar uma tarde de domingo.
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